Ofício acima de cerimônia
Medimos nosso trabalho pelo que roda em produção e pelo que seu time consegue manter — não por número de slides ou horas de reunião. Se um processo não melhora o software ou as pessoas, a gente corta.
Sobre nós
Pequeno, sênior e pessoalmente investido em cada engajamento que assumimos.
A Manila Studio nasceu de uma frustração simples: ver bons times de engenharia afundando em processos que serviam a todos, menos a quem constrói. Grandes consultorias cobram por cabeça e ficam por ano. Queríamos o oposto — uma prática pequena o bastante para se importar e sênior o bastante para fazer diferença.
Escolhemos a palavra de propósito. Estúdio é onde o ofício acontece — onde quem recebe o briefing é quem faz o trabalho, e onde o trabalho é assinado. Software merece esse padrão, e os times que o mantêm depois que saímos também.
Construímos com IA todos os dias e treinamos times para fazer o mesmo — mas não vendemos mágica. IA multiplica os hábitos que o time já tem: bons hábitos ficam mais rápidos, maus hábitos também. Nosso trabalho é garantir que seja o primeiro caso.
Nossos princípios
Medimos nosso trabalho pelo que roda em produção e pelo que seu time consegue manter — não por número de slides ou horas de reunião. Se um processo não melhora o software ou as pessoas, a gente corta.
Todo sistema que tocamos é mantido por humanos com prazos, dúvidas e vidas. Projetamos para o time que fica, não para os consultores que vão embora — código legível, documentação honesta, decisões explicadas.
Vamos dizer quando você não precisa da gente, quando a reescrita é má ideia e quando a opção barata é a certa. Receita de curto prazo é um péssimo negócio em troca de confiança de longo prazo.
Sucesso é o seu time não precisar mais da gente. Todo engajamento transfere o raciocínio, não só o resultado — para que a capacidade fique depois que o contrato termina.
O que dizem os parceiros
“Entrei esperando frameworks e ganhei alguém que ficou comigo numa ligação de incidente de verdade, me ajudando a pensar com clareza. A Manila é a conversa difícil mais fácil que tenho todo mês — sem aula, sem ego, só alguém que claramente já passou por isso e me ajuda a destravar, não só a me validar.”